os dez anos de idade, Gisele transformou sua experiência pessoal em motivação para criar uma ferramenta que ajudasse outras crianças a terem acesso mais rápido ao diagnóstico.
A proposta busca justamente evitar atrasos no início das intervenções, que podem ser fundamentais para o desenvolvimento.
Após a obtenção da patente, a UFF deve iniciar uma nova fase de validação do kit, com testes em uma amostra maior e fora do ambiente acadêmico.
A universidade também pretende buscar parcerias para viabilizar a produção e comercialização da tecnologia, ampliando seu alcance.
A expectativa é que o dispositivo se torne uma ferramenta importante no rastreamento precoce do autismo, especialmente em contextos com menos recursos.
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