O Ministério da Previdência Social promove neste fim de semana, entre os dias 28 e 29 de março, um mutirão nacional de perícias médicas com mais de 37 mil atendimentos previstos em cidades das cinco regiões do Brasil. A iniciativa tem como objetivo principal reduzir o tempo de espera por benefícios por incapacidade e assistenciais.
As perícias serão realizadas tanto de forma presencial quanto por meio da Perícia Conectada, modalidade de teleatendimento que amplia o acesso para segurados que vivem em regiões com escassez de médicos peritos.
A chamada Perícia Conectada permite que o segurado seja atendido remotamente, com apoio de estrutura local, garantindo maior capilaridade ao serviço. No entanto, a definição do tipo de atendimento — presencial ou remoto — fica a critério do perito responsável.
A medida busca agilizar o fluxo de análises e reduzir a fila de espera, considerada um dos principais gargalos do sistema previdenciário.
Entre os destaques do mutirão, a cidade de Teresina aparece como o maior polo de atendimento, com cerca de 2,3 mil perícias previstas. Ainda há aproximadamente mil vagas disponíveis para agendamento.
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Acesse o canal →Já o Rio de Janeiro concentra o maior número de agências participantes, com cerca de 2,8 mil vagas totais, sendo metade ainda aberta.
Em Curitiba, a disponibilidade também chama atenção: cerca de 1,3 mil vagas seguem abertas, o que representa aproximadamente 73% do total.
Outras cidades com grande número de vagas incluem regiões metropolitanas como Fortaleza, São Luís, Salvador, Aracaju, Campo Grande e Goiânia, que também registram centenas de oportunidades para atendimento.
Fora das capitais, Santarém se destaca com quase mil perícias programadas, enquanto em Juiz de Fora a procura é alta e restam poucas vagas.
Os interessados em participar do mutirão podem agendar a perícia por meio do telefone 135, que funciona das 7h às 22h, ou pelo aplicativo e site do Meu INSS.
A recomendação é que os segurados façam o agendamento o quanto antes, especialmente nas cidades com maior procura.
A ação faz parte de uma estratégia do governo federal para reduzir a fila de espera por benefícios previdenciários, um problema que afeta milhares de brasileiros.
Com a ampliação do número de atendimentos e o uso da tecnologia, a expectativa é dar maior celeridade aos processos e garantir acesso mais rápido aos direitos dos segurados.